Com uma apresentação descontraída, cheia de alegria e malandragem, e tendo como principais instrumentos as palmas da platéia, o Samba da Vela trouxe apenas canções surgidas na própria comunidade e desconhecidas pela maioria presente.
Aliás, todos que lá estavam se perguntaram quem teve a “brilhante” idéia de apresentar o Samba da Vela no Teatro Municipal. Talvez, o mesmo “gênio” que levou o Cordel do Fogo Encantado para o Parque de Exposições, pulverizando a virada cultural em dois pólos muito distantes um do outro e tornando a virada cultural em um evento muito inferior à dimensão merecida.
Enfim, por questões de higiene, não podemos misturar samba com política!
Quanto à vela, o tempo corrido não deixou que ela se apagasse com as próprias forças. O tempo corrido apagou a vela contra a vontade dela (ta virando letra de samba!). Mas a certeza de que o samba continua muito vivo supera o tempo corrido.
Mais informações: http://www.sambadavela.com.br/
Fotos por Guilherme Carvalho, mais fotos em: http://www.flickr.com/photos/guilhermec/
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